Informação é fundamental para se tomar uma decisão acertada. Com esta filosofia a Clínica Speranzini colocou disposição do público um site bastante completo. Por determinação do Conselho Federal de Medicina, não incluímos fotos de pacientes e da operação.

 
 
 

 

Uma avaliação cuidados da saúde e do estado geral é realizada na consulta. Exames complementares são solicitados para agendar a operação. Fotos são feitas na Clínica Speranzini e colocadas na sala operatória juntamente com as anotações do plano operatório. Abaixo as posições padronizadas:
 

     
Frente
 
Costas
 
Perfil Direito
 
Perfil E
 
     
Superior E
Superior D
Obl D
Obl. E
 
           
Inferior
         
 

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A

 
O Conselho Regional de Medicina proíbe a colocação de fotos de pacientes em veículos de comunicação em massa. Para saber mais sobre o assunto, clique no link abaixo:
       
   
       
 
 
Adultos e crianças aceitam muito bem a anestesia local, sendo que nos adultos associamos uma sedação. A motivação é a explicação para que uma criança de apenas seis ou sete anos colabore com o cirurgião e entenda que o desconforto de uma operação é um sacrifício que vale a pena para deixar de ter orelhas de abano. A operação pode ser realizada em clínicas ou em hospitais, o que dever ser decidido caso a caso.
 

 

   
Duração varia de 2 a 4 horas, podendo estender um pouco em casos mais complexos. Não é necessário cortar o cabelo. Anestesia é normalmente apenas local, com ou sem sedação
 
Por determinação do Conselho Nacional de medicina não é permitido mostrar fotos da operação:
http://www.cremesp.com.br/crmonline/jornalcrm/164/especial.htm
 
   
 
 
Da sala de operação para o consultório
 
 

Ao final da cirurgia a cabeça é enfaixada. Os pacientes recebem instruções por escrito de tudo que pode e deve ser feito no pós-operatório. Cuidados pós-operatórios também são recomendados para garantir a estabilidade dos resultados. Telefones para tirar dúvidas são fornecidos e o contato pode ser feito a qualquer momento, 24 horas por dia. A alta é dada sempre no mesmo dia.

 
 
À noite
 
  Na maioria das vezes a evolução é bastante satisfatória. Pode haver desconforto nas primeiras horas após a cirurgia, que responde a analgésicos simples como a dipirona. Há técnicas mais propensas a provocar dor no pós-operatório, como aquela que faz sutura da concha na região posterior da orelha. Dr. Mauro Speranzini raramente indica esta correção, mas em casos específicos pode ser necessária. Durante 30 dias recomenda-se que a cabeça seja enfaixada antes do paciente deitar. Desta forma protege-se a orelha de trauma durante o sono. O enfaixamento deve ser feito com uma proteção de algodão, fornecida pelo Dr. Mauro Speranzini, para que a orelha não seja comprimida contra o crânio. Se houver desconforto, recomenda-se deitar de costas. Após dois ou três dias a maioria dos pacientes sente-se confortável para deitar de lado (sempre com a cabeça enfaixada).
 
 
Dia seguinte
 

Você deverá retornar à Clínica Speranzini na manhã seguinte a operação. O curativo será retirado pessoalmente pelo Dr. Mauro Speranzini e normalmente não é necessário um novo curativo. Ao chegar em casa você pode molhar a cabeça e lavar as orelhas com cuidado. Prefira água morna ou fria. Água muito quente pode acentuar o inchaço local. Evite secador de cabelo quente para não machucar a pele, que naturalmente está um pouco dormente. O paciente deve enfaixar a cabeça antes de deitar, todas as noites, durante um mês. Após este período, a cicatrização encarregou-se de dar maior firmeza aos tecidos e o enfaixamento deixa de ser necessário.

Durante o dia Dr. Mauro Speranzini não recomenda a compressão externa com bandagens em todos os casos. Quando indicado, recomendamos uma testeira para meninos (idêntica àquela utilizada por tenistas) ou uma tiara de lycra para meninas. Deve-se proteger as orelhas com algodão para evitar que a compressão excessiva provoque uma escara (ferida) no local

 
 
 
Nos dias seguintes
         

Na grande maioria dos casos são utilizadas somente suturas absorvíveis, dispensando assim a retirada de pontos. Se tiverem sido utilizados fios inabsorvíveis os pontos serão retirados em cinco a sete dias. Pode haver um pouco de coceira nos primeiros dias e dormência nas primeiras semanas.
O retorno ao trabalho ou à escola é possível já em três dias, embora o inchaço local possa comprometer sua aparência. Em cinco a sete dias o aspecto melhora bastante e o retorno às atividades profissionais/escolares é mais tranqüilo.

Caminhadas estão autorizadas já no terceiro dia de pós-operatório, salvo orientação em contrário. Evite atividades físicas intensas no primeiro mês.
 
 
Complicações são raras
 

O uso de antibiótico é aconselhável para diminuir o risco de infecção local, muito rara. Hematoma (coleção de sangue) pode ocorrer e ser necessário uma drenagem local. A predisposição à formação de quelóides (cicatrizes “grossas”) deve ser investigada e, quando presente, o paciente é alertado. Nas melhores casuísticas a recidiva (retorno) parcial do abano ocorre em porcentagens inferiores a cinco por cento.

 

 
   
 
 
Corrigir orelhar de abano não é "fácil"
 

 

  A orelha é uma estrutura rica em detalhes. Da mesma forma, a orelha de abano tem uma anatomia complexa e sua correção é feita somente com uma associação de técnicas. O tratamento a cada uma das estruturas alteradas é a chave para uma correção harmônica. Considerada fácil por muitos cirurgiões, recebe menos atenção nos congressos e publicações científicas do que deveria. Anos de experiência, entretanto, deram ao Dr. Mauro Speranzini a certeza de que “casos fáceis” são a exceção e somente um “escultura” da orelha, com atenção a todos os detalhes pode levar a um resultado de excelência. Foi-se o tempo em que a simples rotação da orelha para trás era suficiente para satisfazer os pacientes. Corrigir o abano é importante, mas fazê-lo sem deixar sinais e estigmas de uma cirurgia é uma arte.
 
Analisar todas as estruturas da orelha

 

 
Para uma correção bem sucedida deve obrigatoriamente atentar para todas as estruturas envolvidas. Corrigir apenas uma delas pode acarretar uma aparência estranha e artificial.  
 

Erros comuns

 

Os erros mais comuns nas otoplastia são
Hélice escondida - de frente a hélice fica “escondida” atrás da antélice. É decorrente de pontos desnecessários na antélice ou pela sutura desnecessária da concha na região posterior da orelha atrás da antélice.
Protusão da metade superior da orelha - é decorrente da correção inadequada do ângulo de inserção do ramo da hélice.
Orelha em telefone – o terço médio da orelha fica excessivamente “corrigido”em relação aos terços superior e inferor.
Correção excessiva- “colar” a orelha na cabeça é o desejo de muitos pacientes, que tem o desejo “radical” de corrigir o abano. Resulta em aparência pouco natural e deve ser evitada.
Contornos irregulares - incisões desnecessárias e a manipulação inadequada dos tecidos podem levar a quebra da cartilagem e à formação de irregularidades da cartilagem visíveis através da fina pele da orelha.